23/01/2017

ET de Varginha completa 21 anos e história será revelada

A história é real, os especialistas afirmam e o testemunho é inegável

"Eu sou Rodrigo ARACNO e você está aqui, no ARACNO Área 51. No último sábado, dia 21, pude ser testemunha de um encontro incrível, com pessoas ligadas direta e indiretamente ao caso ET de Varginha. Tive o privilégio de estar com a testemunha chave do caso, Katia Xavier, pude contemplar de perto o trabalho de investigação do maior especialista no caso, Marco Petit e pude acompanhar o excelente trabalho de Marco Leal e a equipe G.E.P.U.S. Deixo meu agradecimento a todos deste evento maravilhoso, respeitoso e com a consciência de revelar a verdade.

Revelações: ET de Varginha

O G.E.P.U.S. fez um evento especial na cidade de Sorocaba SP para comemorar, relembrar e revelar o que está por traz do maior encontro com extraterrestres no Brasil. Esse grande evento trouxe informações impressionantes sobre a Captura de Extraterrestres por parte de nossas Forças armadas no dia 20 de janeiro de 1996. O evento comemorou seu acontecimento de 21 anos e contou com a presença especial da testemunha ocular Katia Xavier que avistou a criatura em um Terreno baldio. Também teve a presença do grande investigador do caso Varginha Marco Petit que apresentou toda sua pesquisa que resultou em um incrível livro detalhando todo o acontecimento dos bastidores do caso que envolveu muito mais informações do que imaginamos. Marco Leal  apresentou seu material de pesquisa do caso dos últimos anos e um material recente de filmagens que fez em torno da consultoria prestada ao documentarista James Fox para o documentário 701 The Movie. O Evento aconteceu no Gabinete de Leitura Sorocabano na Praça Coronel Fernando Prestes nº 21 – Centro. Sorocaba-SP.

Marco Leal, Kátia Xavier, Rodrigo Aracno

Rodrigo Aracno, Marcos Petit


A história, o encontro, as testemunhas
Em 20 de Janeiro de 2017, uma das histórias mais incríveis ligadas ao mundo UFO, completou 21 anos.
A história começa em janeiro de 1996. Após uma sequência de acontecimentos, três meninas afirmam ter avistado uma criatura estranha em um terreno baldio em Varginha. “Estava com as mãos no meio das pernas, braços bem finos, os olhos eram duas bolas vermelhas. Um homem ou um animal não era, de jeito nenhum”, contou Valquíria Aparecida da Silva, com 14 anos na época.
Os envolvidos no caso seguiram suas vidas, mas neste ano uma das meninas reafirmou o caso e um dos ufólogos disse que houve uma tentativa de acobertar a verdade. Já o legista Badan Palhares se disse constrangido por ter o nome ligado à história. 20 anos depois, o caso continua cheio de mistérios e incertezas.
Após 20 anos, testemunha reafirma história que originou 'ET de Varginha'. Kátia Xavier falou sobre caso para a EPTV Sul de Minas, hoje com 42 anos, ela reafirma o que viu e diz ter bastante orgulho.
"Ele era marrom, com os olhos vermelhos, com o pescoço comprido, com o corpo bem oleoso, com a mão grande, com dedos cumpridos. Não era o morador (apontado pelo Exército como sendo a criatura) porque eu conhecia ele, se fosse ele eu ia tirar de letra. Nunca mais eu vou esquecer, já passou 20 anos, mas para mim parece que foi ontem. Não tem como apagar da mente", disse Kátia.
Kátia contou que após a história vir à tona, muita coisa mudou na vida dela e das meninas Valquíria e Liliane, que hoje preferem não falar sobre o caso.
"Mudou, você não vive da mesma forma que você vivia né. Muita gente fala que a gente é mentirosa, que não aconteceu nada em Varginha, que a gente fez para aparecer, mudou nesse aspecto em relação às pessoas. Eu no meu ponto de vista, eu fico quieta, pois se discutir é pior. As meninas que ficam constrangidas. Sempre falaram isso na cidade, o pessoal comenta. Eu podia ter aparecido de outra forma. Falo tranquilamente sobre o assunto, porque é a minha história. Não adianta ficar mentindo, enganando", disse Kátia.



13/01/2017

Planetas alienígenas serão fotografados por chip

Chip será testado no Observatório Nacional Australiano

Um novo chip óptico desenvolvido especialmente para ser usado em telescópios permitirá aos astrônomos obterem uma visão clara de exoplanetas que possam abrigar vida, aqueles na chamada zona habitável de suas estrelas.
Observar diretamente os exoplanetas é essencial para estudar suas atmosferas, em busca de sinais biológicos. Mas é muito difícil enxergar qualquer coisa que não emita luz e que esteja ao lado de uma estrela porque a luz da estrela ofusca tudo.
O que o novo chip faz é remover a luz da estrela hospedeira, permitindo obter uma imagem clara dos planetas ao seu redor.
Ele funciona de forma semelhante aos fones de ouvido dotados de cancelamento de ruído, só que trabalha com luz, em vez de som.

"O chip usa o calor emitido pelo planeta para ver através das nuvens de poeira e ver planetas se formando. Em última análise, a mesma tecnologia nos permitirá detectar o ozônio em planetas alienígenas que poderiam suportar vida," explicou Kenchington Goldsmith, que construiu o chip em parceria com colegas das universidades de Sidney e Nacional Australiana.

18/09/2016

Sonda Rosetta fará pouso em cometa novamente

Pouso está marcado para 30 de setembro

A jornada da sonda Rosetta, que liberou o robô Philae para o primeiro pouso feito em um cometa, em 2014, estava programada para acabar em 2015, mas os astrônomos decidiram ampliar a missão. Um novo pouso no cometa, dessa vez da sonda Rosetta, poderia ajudar os cientistas a colher novos dados sobre a composição e formação desses objetos. Em 30 de junho, a ESA oficializou a decisão e marcou a data da aterrissagem para 30 de setembro. Faltava apenas escolher o lugar.

A região escolhida para receber Rosetta é chamada Ma’at, nome de uma antiga deusa egípcia relacionada à harmonia e ordem, e está na “cabeça” do 67P. O lugar fica no menor dos dois lóbulos do cometa, e abriga várias fossas ativas de mais de 100 metros de diâmetro e entre 50 e 60 metros de profundidade, que expelem diversos jatos de pó.
A manobra para o pouso vai começar em 29 de setembro: Rosetta fará uma lenta queda livre rumo ao cometa para maximizar o número de medições científicas que poderão ser feitas e enviadas à Terra antes do impacto.
Desde 9 de agosto, a sonda está traçando órbitas elípticas cada vez mais próximas do corpo celeste e, durante o último sobrevoo, poderia ficar a um quilômetro da superfície, uma distância nunca atingida, que possibilitaria novas observações com grande riqueza de detalhes. (Fonte: Veja.com)

29/04/2015

Nave russa descontrolada começa a cair em direção à Terra

Localização da queda no planeta não foi indicada

Após considerarem como perdida a nave-cargueiro Progress M-27M, lançada terça (28) rumo à Estação Espacial Internacional (ISS), os operadores de voo russos indicaram à agência de notícias France Presse que o foguete começou a cair em direção à Terra.
Após várias tentativas fracassadas de recuperar a Progress, os técnicos russos observaram que a nave-cargueiro girava em grande velocidade sobre seu próprio eixo, algo que impossibilita qualquer tentativa de manobra de aproximação e acoplamento à Estação Espacial.
A Progress M-27M, que transporta 2,5 toneladas de suprimentos, deveria chegar à plataforma internacional seis horas depois de sua decolagem. Ela carrega combustível, oxigênio, alimentos, equipamentos científicos para os astronautas.

27/04/2015

Como evitar o impacto de um asteroide? existem duas soluções

Terra sofre ameaça potencial de 500 asteroides

"Em caso de perigo real, temos duas soluções atualmente viáveis ", disse o especialista Detlef Koschny, chefe do setor de NEO (Near-Earth Objects) na ESA.
"O primeiro é o acidente de movimento cósmico", disse.
"Imagine um veículo, que é o asteroide, e um outro veículo, que é a nossa ferramenta, colidindo com ele e o deslocando de sua trajetória. Por conta da pressão, é possível desviá-lo gradualmente da Terra", afirmou. "A segunda solução é destruir o asteroide com a ajuda de uma explosão nuclear", acrescenta Koschny.
A questão é: como mirar um objeto espacial viajando a 3.600 km/h com um outro objeto lançado para interceptá-lo com a mesma velocidade?
"A partir de uma experiência americana chamada Deep Impact sabemos que é possível alcançar todos os objetos maiores que 100 metros de diâmetro. Nos encaminhamos provavelmente aos satélites autoguiados por uma câmera, porque não teríamos tempo para dirigi-los a partir da Terra", explica o cientista.

500 asteroides
Cerca de 500 asteroides ameaçam potencialmente a Terra, um problema para o qual especialistas da Agência Espacial Europeia (ESA) encontraram soluções que parecem ter saído de um filme de ficção científica.
"Temos cerca de 500 objetos próximos à Terra identificados que poderiam, dentro de 100 anos, eventualmente tocar a terra, mas a probabilidade é muito baixa, em alguns casos de 1 em 1 milhão", disse Detlef Koschny

10/04/2015

Nasa prevê descoberta de vida alienígena até 2025

Haverá registros de seres de outros planetas na próxima década

Segundo a cientista-chefe da Nasa, Ellen Stofan, teremos registros de alienígenas que vivem em outros planetas até 2025.
Stofan acredita que serão encontrados sinais de vida fora da Terra em até 10 anos, e provas definitivas disso em até 20 anos. "Nós sabemos onde procurar. Então sabemos como procurar", disse, em um debate transmitido na Nasa TV sobre a possibilidade de encontrar outros "mundos habitáveis".
"Na maioria dos casos, nós temos a tecnologia e estamos no processo de implementá-la. Então acreditamos que estamos definitivamente no caminho certo para isso."

O próximo rover que será lançado com direção à Marte em 2020 irá buscar sinais de que pode ter existido vida no planeta.
A Nasa também tem como objetivo enviar astronautas para Marte em 2030, um passo que cientistas como Ellen Stofan acreditam que será "chave" para procurar sinais de vida, porque mesmo com câmeras ultratecnológicas, encontrar fósseis usando o veículo é muito difícil – às vezes é preciso procurar embaixo da pedra, não nela em si.
"Sou uma geóloga. Eu saio a campo e abro rochas para procurar por fósseis", disse Stofan no painel.
"Isso é difícil de encontrar. Então eu acredito fortemente que será necessário, em algum momento, colocar humanos na superfície de Marte – geólogos, astrobiólogos, químicos – para buscar provas da existência de vida que eles possam trazer de volta para a Terra para cientistas analisarem."

27/03/2015

Maior binóculo do mundo vai procurar alienígenas

O maior telescópio em funcionamento no mundo

O LBT (Large Binocular Telescope, ou Telescópio Binocular Gigante), montado no topo do Monte Graham, no estado norte-americano do Arizona, tem como objetivo procurar alienígenas.
O telescópio binocular passou por uma atualização tecnológica. Seus dois espelhos, com 8,4 metros de largura cada um, são capazes de coletar e combinar a luz como se fossem um único espelho de 11,8 metros. Tornando o LBT o maior o maior telescópio em funcionamento no mundo.

Acesse o OBSERVATÓRIO RFA

17/02/2015

Marte tem névoa misteriosa

Descoberta foi de astrônomos amadores

Em todo o mundo, uma rede de astrônomos amadores mantém seus telescópios calibrados para analisar o “planeta vermelho”.
Eles viram essa misteriosa formação pela primeira vez em março de 2012, logo acima do hemisfério sul de Marte.
Uma espécie de névoa orbitando ao redor do planeta apenas uma outra vez e depois desapareceu.
Ao analisar imagens da misteriosa neblina, os cientistas da Agência Espacial Europeia (ESA) descobriram que ela é a maior já vista e se estende por mais de 1.000 quilômetros.
Em artigo publicado na revista "Nature", eles dizem que a pluma poderia ser uma grande nuvem ou uma aurora excepcionalmente brilhante. Mas deixam claro que ambas as hipóteses são difíceis de serem comprovadas.
A neblina brilhante durou cerca de 10 dias. Um mês mais tarde, ela reapareceu e perdurou o mesmo período de tempo. Mas nenhuma formação do tipo foi vista desde então.
Os cientistas que comprovaram o fenômeno buscam agora uma explicação para ele, mas, por enquanto, só têm hipóteses.
Uma teoria é a de que a névoa é uma nuvem de dióxido de carbono ou partículas de água.

04/02/2015

Criatura bizarra é filmada na Indonésia. Assista

Vídeo do animal soma mais de 1 milhão de visualizações. Assista

Na gravação, a criatura sem pelos aparece se arrastando lentamente. "Nós ficamos chocados. Nenhum de nós jamais tinha visto tal coisa", afirmou um dos trabalhadores. O vídeo do animal foi publicado no YouTube e alcançou mais de 1 milhão de visualizações.




06/12/2014

Terra está na 'linha de tiro' dos asteroides

Cientistas alertam para catástrofe global em caso de colisão

Um grupo de mais de 100 cientistas, astronautas e líderes empresariais pede às autoridades o desenvolvimento de um sistema de monitoramento e destruição de asteroides que coloquem em risco a vida no planeta Terra.
Reunidos em um evento no Museu de Ciência de Londres para lançar o Dia do Asteroide, a ser celebrado a partir de 2015, os cientistas alertaram para o "catastrófico" risco de um impacto.
"Há um milhão de asteroides no sistema solar que têm o potencial de atingir a Terra e destruir uma cidade inteira. Até agora, localizamos menos de 10 mil - somente 1% - deles. Mas temos tecnologia para mudar esta situação", declarou Martin Rees, professor emérito de Cosmologia e Astrofísica da Universidade de Cambridge.

Lista de sugestões do grupo de cientistas:
- Empregar a tecnologia disponível para detectar e monitorar asteroides com traçado próximo à Terra e que representem ameaças à população através da ação de organizações filantrópicas e governos.
- Acelerar em 100 vezes a descoberta e o monitoramento de asteroides que circulem próximos à Terra para um número de cerca de 100 mil (descobertas) por ano nos próximos dez anos.
-Adoção global do Dia do Asteroide, em 30 de junho, para aumentar a consciência sobre os danos que os corpos celestes poderiam provocar e sobre a necessidade de prevenção. Embora diga que este tipo de fenômeno é improvável, o astrofísico afirma que a Terra está "na linha de tiro".

"Um corpo de 200 metros de diâmetro que caia no oceano pode provocar tsunamis que poderiam devastar toda a costa Leste dos Estados Unidos e uma parte da Europa", agregou Martin Rees, professor emérito de Cosmologia e Astrofísica da Universidade de Cambridge.
"A cada dez milhões de anos, um corpo de alguns quilômetros de diâmetro - um asteroide ou um cometa - vai acertar a Terra, causando uma catástrofe global equivalente a milhões de bombas atômicas", concluiu Rees

29/10/2014

Foguete da Nasa explode segundos após lançamento, assista

Veículo levaria suprimentos para a Estação Espacial Internacional

O foguete Antares, da empresa Orbital Sciences, explodiu nesta terça-feira (28), segundos após seu lançamento. O veículo não era tripulado. De acordo com a Nasa, não houve feridos.
A causa do acidente ainda não é conhecida até o momento, de acordo com Dan Huot, da Nasa. Ele confirmou que não há registros de funcionários na área da explosão. O lançamento ocorreu a partir da Instalação de Voo Wallops, da Nasa, que fica no estado da Virgínia. O foguete Antares estava levando a nave de carga Cygnus, que entregaria suprimentos para a Estação Espacial Internacional (ISS).
O foguete Antares é da empresa Orbital Sciences, contratada pela Nasa para levar suprimentos para a Estação Espacial Internacional (ISS).
O foguete, que tinha a altura de um prédio de 14 andares, foi construído e lançado pela empresa Orbital Sciences e estava previsto para ser lançado às 20h22 (horário de Brasília). Ele explodiu segundos após o lançamento. "Houve muito trabalho duro até chegarmos a esse ponto", disse o vice-presidente da Orbital Sciences, Frank Cullbertson, antes do lançamento.

11/08/2014

Alienígena caminhando na Lua

Imagem esta no Google Lua


Uma imagem de uma silhueta de um ser na Lua está sendo um grande Mistério, ainda não há explicação, VEJA POR SI MESMO Nesse vídeo:


28/02/2014

Mutantes de Chernobyl

O lugar mais mortal da Terra abriga um monstro

Basta o assunto ser "Radiação - Mutante - Chernobyl" para que a imaginação se prolifere, porém, desta vez não é apenas uma fantasia.
Leia o texto de Maurício Moraes da revista Super. "Com níveis mortais de radioatividade, a usina de Chernobyl, na Ucrânia, é um dos lugares mais contaminados e perigosos do planeta. Mas nas ruínas desse inferno nuclear está nascendo uma criatura bizarra: um fungo que come radioatividade. Ou melhor, não apenas um: pesquisadores dos EUA descobriram que há 37 espécies mutantes crescendo em Chernobyl. Elas foram descobertas numa inspeção de rotina, quando um robô vistoriava o interior da usina e encontrou uma meleca preta crescendo pelas paredes do reator 4 – o mesmo que explodiu e provocou, em 1986, o pior acidente nuclear da história. Como é possível que, além de sobreviver à radiação, algum ser vivo consiga se alimentar dela? “Nossas pesquisas sugerem que os fungos estão usando um pigmento, a melanina, da mesma forma que as plantas usam a clorofila”, diz a cientista Ekaterina
Dadachova. Ou seja: os fungos teriam sofrido mutações que os tornaram capazes de fazer uma espécie de “radiossíntese”, transformando radiação em energia. Dentro da usina, os fungos mais comuns são versões mutantes do Cladosporium sphaerospermum, que provoca micose, e a Penicillium hirsutum, que ataca plantações de alho. Mas como elas foram parar em Chernobyl? Afinal, o reator foi selado por uma caixa de concreto, o chamado “sarcófago”, após o acidente de 1986. “Os fungos penetraram pelas brechas”, acredita o biólogo Timothy Mousseau, da Universidade da Carolina do Sul. Será que, como num filme de terror, os monstrinhos atômicos podem sair da usina e se espalhar pelo mundo? Eles podem escapar do mesmo jeito que entraram, passando por brechas e rachaduras nas paredes. Mas, sem radioatividade para comer, não se dariam bem fora da usina. “Geralmente, os organismos que conseguem se sair bem em um local extremamente hostil têm dificuldades em outros ambientes”, diz Mousseau."

25/02/2014

Astrônomo grava impacto de asteroide contra a Lua: Assista

Asteroide colidiu com solo lunar em 11 de setembro de 2013

Um astrônomo espanhol observou ao vivo a colisão de um asteroide do tamanho de uma geladeira contra a Lua, um fenômeno pouco frequente, que foi gravado e analisado. O choque produziu uma luz tão forte que pode ser visto da Terra a olho nu e demorou 8 segundos para desaparecer.

O asteroide, que tinha cerca de 1 metro de diâmetro, pesava 400 quilos e viajava a uma velocidade de 60.000 km/h quando colidiu com a superfície lunar, em 11 de setembro de 2013. A energia de impacto foi equivalente a 15 toneladas de TNT — pelo menos três vezes superior ao maior impacto lunar já registrado, em março de 2013. Os detalhes foram publicados no último domingo no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society. A matéria completa na Veja.com


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